Aproveitem! Não aprende outro idioma quem não quer!
http://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2012/07/19/951774/101-links-aprender-qualquer-idioma-graca.html
segunda-feira, 13 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Você sabe o que é Bibliografia Material ou Física? Texto de Dominique Varry, parte do Seminário de Introdução aos Estudos de Bibliografia Material, França.
Você sabe o que é Bibliografia Material ou
Física? Texto de Dominique Varry, parte do Seminário de Introdução aos Estudos
de Bibliografia Material, França. Apesar de a definição ser mais operacional e
histórica sem a reflexão mais abrangente do que é livro em toda a sua extensão,
o autor compreende um princípio elegível para estudos na área. Até porque é uma
disciplina e ramo do conhecimento de difícil entendimento no contexto
brasileiro, uma vez que a tradição em estudos desse ramo da bibliografia é
secularmente notória na Europa, sobretudo, na França e Espanha. Segue a
definição em francês:
"La
bibliographie matérielle est, en fait, une archéologie du livre imprimé. Elle
s'intéresse à la façon dont le livre, en tant qu'objet porteur d'un texte a pu
être fabriqué et transmis. Dans ses objets comme dans ses méthodes, elle
"cousine" avec la codicologie que pratiquent ceux qui étudient les
manuscrits. L'expression "bibliographie matérielle" apparait déjà
dans certaines publications du XIXe siècle. Ainsi en est-il, par exemple, de
l'Encyclopédie des gens du monde.... dont l'article "bibliographie" publié
au tome III (Paris, Librairie de Treuttel et Würtz, 1834, en particulier aux
pages 467 et 470) comporte une rubrique qui précise : « La bibliographie
matérielle tient note de toutes les circonstances qui se rattachent à un livre
et à son auteur, à l’impression, aux gravures, aux éditions, etc. »
domingo, 21 de abril de 2013
Será que a frase de FM ainda assombra os ouvidos europeus de que o Brasil não é um país sério? Ou o 1st World nos olham como fôssemos macacos ou pavões?
Às vezes me pergunto por que o Brasil com
tantos cientistas da informação, bibliotecários e arquivistas que se
destacam em suas organizações e faz muito com poucos recursos não
conseguem divulgar seus trabalhos em Congressos como os da ALA ou
da ILA e publicar importantes resultados em revistas como Lybrary
Journal dos EUA? Eu por exemplo, tive um trabalho rejeitado no GT
Bibliografia da IFLA, pois segundo o parecer de um (somente um)
avaliador, o tema do meu trabalho referindo-se ao Brasil não tinha
representatividade para lidar com o assunto e o trabalho não trazia
nenhuma novidade uma vez que a questão abordada em meu artigo havia sido
superada no contexto europeu. Duas explicações possíveis (podem existir
mais): a) o processo de internacionalização de países reconhecidamente
de ponta em informação e bibliotecas/arquivos como EUA e UK pelo mundo
ocidental tipo 1st World; b) estamos tão atrasados em termos de
estrutura, confiabilidade governamental e capacitação tecnológica a tal
ponto que institutos como IBICT, CNPq, CAPES, Secretarias e fundações
dos Ministérios brasileiros são desacreditadas no contexto
internacional. Em relação ao GT IFLA Bibliografia, respondi que foi de
muito mau gosto e preconceito contra o país e que a minha pesquisa
trazia importantes apontamentos para os estudos de bibliografia para
além da discussão de digitalização com que engrandece as mentes desse
povo metido à besta. Como resposta, a comissão me disse que no Brasil
sequer tínhamos uma bibliografia nacional online e que para eles a
decisão tinha sido tomada. Duvido e desacredito desses avaliadores. Até
porque, 80% dos trabalhos apresentados foram de americanos e a maior
parte se referiam aos EUA. Mas, acredito também que em parte eles têm
alguma razão. A solução que vejo é tentar impor através de mais
publicações sérias e pesquisas que envolvam mais cooperação do que
dependência de recursos governamentais (quase sempre chorados e
manipulados) para desenvolvermos apontamentos de qualidade e pleitearmos
condições de respeito no contexto internacional. Devemos parar de
pensar e nos limitar aos ENANCIBS e CBBDS da vida que anualmente cooptam
'pares' de duvidosa produção científica (basta uma pequena análise na
maioria dos LATTES de muitos acadêmicos – sem atualização, pouca
produção ou muito indicador de cooperativismos) – só para lembrar que um
trabalho submetido ao GT 1 do ENANCIB somente tinha um avaliador que
escolhia os trabalhos pelo nome do autor que fosse bonito com a bênção
de uma famosa velha da CI brasileira e outro do CBBD que avaliou dizendo
que as referências do meu texto estavam erradas (não estavam erradas). É
preciso parar e pensar maior, exigir mais qualidade e responsabilidade
de todos, governo, profissionais, educadores, alunos, enfim, de toda a
sociedade. Fica aqui o link que informa sobre a criação da Biblioteca
Pública Digital dos EUA a ser lançada esse ano. Enfatizo que os
profissionais dos EUA ou de qualquer outro país não são melhores do que
os profissionais brasileiros ou sul-americanos. Contudo, precisamos
levantar nossa voz - não aparecendo como pavões em eventos nacionais ou
internacionais -, mas como verdadeiros profissionais que pesquisam e
buscam melhores condições para a principal missão social: informar à
sociedade..
El proyecto de la biblioteca digital busca concentrar la mayor información posible, incluso recopilar y organizar los datos de la Bibilioteca del Congreso de los Estados Unidos, archivos académicos y del archivo de internet. A pesar de que sería una gran idea, la biblioteca aún tiene que sortear algunos aspectos sobre derechos de autor. Entre los cuestionamientos que los organizadores se hacen es sobre la creación de modelos de data y cómo referirse a materiales generados por los mimos usuarios, a nivel local, a nivel histórico y otras formas de contenido sin ánimo de lucro. http://valleduparnoticias.co/2012/04/07/en-2013-biblioteca-publica-digital-sin-animo-de-lucro-sera-lanzada-en-estados-unidos/
El proyecto de la biblioteca digital busca concentrar la mayor información posible, incluso recopilar y organizar los datos de la Bibilioteca del Congreso de los Estados Unidos, archivos académicos y del archivo de internet. A pesar de que sería una gran idea, la biblioteca aún tiene que sortear algunos aspectos sobre derechos de autor. Entre los cuestionamientos que los organizadores se hacen es sobre la creación de modelos de data y cómo referirse a materiales generados por los mimos usuarios, a nivel local, a nivel histórico y otras formas de contenido sin ánimo de lucro. http://valleduparnoticias.co/2012/04/07/en-2013-biblioteca-publica-digital-sin-animo-de-lucro-sera-lanzada-en-estados-unidos/
sábado, 20 de abril de 2013
Google está nos deixando estúpidos?
(Re) escrevendo capítulo da tese sobre a aplicação da qualidade da informação em saúde no contexto da Gestão da Informação, busquei estudos empíricos que pudessem contribuir para balizar minha proposta teórica. No decorrer da pesquisa, encontrei alguns textos sobre o uso de fontes eletrônicas por profissionais e estudantes nas ciências da saúde. Um estudo na Inglaterra mostra que há médicos atribuindo diagnósticos - em tempo record - aos seus pacientes. Na maioria das vezes, isso leva a falsos diagnósticos, altos custos com tratamento inadequado, e até mesmo, em casos mais graves, à morte. Nesse processo de discussão (finalizando o capítulo), meu amigo e colega Professor Cataldo me indicou o texto: Is Google making us stupid?
Pois, vale a pena ler, refletir e perceber se os
fenômenos indicados no texto se assemelham com as nossas experiências. Para os
tecnocratas de plantão, que jamais percebem mudanças porque somente veem
'progresso' o texto não dirá quase nada, ou nada. Para os jovens alunos
iniciando, fica o alerta, não houve ainda invenção mais significativa do que o
livro impresso. Capturando e traduzindo um trecho de um estudo realizado sobre
hábitos de pesquisa online, conduzido por estudiosos
da Universidade College London, sugere que podemos estar muito bem no meio de uma mudança
radical na forma como se lêr e se
pensa. Isto é, como o homem está se tornando e tornando o mundo cada vez
mais simulacro. Uma consequencia disso é nos tornarmos mais estúpidos a tal
ponto que como vaticinou Saramago, o homem no futuro somente grunhidos. Vale
Jesus e Nossa Senhora, pois o homem sem acesso à Internet e aos seus
instrumentos de poder serão aqueles que dominarão o mundo. Nesse dia
fantástico, falarão: perdeu doutor, perdeu! Eis ai o trecho de um resultado da
pesquisa:
É claro que os usuários não estão lendo on-line, no sentido tradicional, na verdade, há sinais de que novas formas de "leitura" estão emergindo como os usuários "poder navegar" horizontalmente através de títulos, páginas de conteúdos e resumos vão para ganhos rápidos. Quase parece que eles vão on-line para evitar a leitura no sentido tradicional.
Fonte: http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2008/07/is-google-making-us-stupid/306868/
terça-feira, 2 de abril de 2013
E-Adoption in Developing Countries -
E-Adoption in Developing Countries - Ed. IGI
http://www.igi-global.com/topic-collection/adoption-developing-countries/75850
A adoção de tecnologia nos países em desenvolvimento aumentou sua participação nos assuntos em nível internacional. A coleção completa com 16 títulos abrange temas sobre a exclusão digital nos países em desenvolvimento, governo eletrônico, e-business global, tecnologia da informação global, desenvolvimento sustentável, e muitos mais. A obra é uma referência essencial para pesquisadores, acadêmicos, e profissionais interessados em fornecer um quadro para a relação entre tecnologia e crescimento nos países em desenvolvimento.
Lei 12.727 (Brasil) - crimes eletrônicos. Será que é mais uma Lei que não será obedecida e cujos infratores ficarão impunes?
A nova legislação tipifica uma série de crimes envolvendo documentos e
informações armazenadas em computadores e compartilhadas na Internet.
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Dispõe sobre a tipificação criminal de delitos
informáticos; altera o Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro
de 1940 - Código Penal; e dá outras providências.
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A pena prevista para quem “invadir dispositivo informático alheio”,
de notebook a smartphone, com o fim de “obter, adulterar ou destruir
dados ou informações sem autorização expressa” é de 3 meses a 1 ano de
prisão, além de multa. A mesma pena será aplicada a quem produzir,
oferecer ou vender programas que permitam a invasão de sistemas e
computadores alheios. Além disso, quem violar e-mails contendo informações sigilosas
privadas ou comerciais pode ser condenado de 6 meses a 2 anos de prisão.
A pena será aumentada em até dois terços se houver divulgação ou
comercialização dos dados furtados. Quem tiver sua privacidade digital invadida precisa, no entanto,
prestar queixa para que o acusado possa ser responsabilizado. A lei
ainda prevê de 1 a 3 anos de prisão para quem, intencionalmente,
interromper o serviço de internet de outra pessoa. Até a segunda-feira (01 de abril de 2013), o País não tinha lei específica para crimes
de informática. A Justiça se baseava no Código Penal para aplicar
punições.
Veja a íntegra da Lei no link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12737.htm
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